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15 de set. de 2009

Os Protocolos dos Sábios de Sião II


O livro apócrifo "Os Protocolos dos Sábios de Sião" é uma fraude feita na Rússia pela Okhrana (polícia secreta do czar Nicolau II), que culpa os judeus pelos males do país. Foi publicado privadamente em 1897 e tornado público em 1905. É copiado de uma novela do século XIX (Biarritz, 1868) e afirma que uma cabala secreta judaica conspira para conquistar o mundo.


A base da história foi criada por um novelista anti-semita alemão chamado Hermann Goedsche, que usou o pseudônimo de Sir John Ratcliffe. Goedsche roubou a idéia de outro escritor, Maurice Joly, cujos “Diálogos no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu” (1864) envolviam uma conspiração do inferno contra Napoleão III. A contribuição original de Goedsche consistiu na introdução dos judeus como os conspiradores para a conquista do mundo.


O Império Russo usou partes da tradução russa da novela de Goedsche, publicando-as separadamente como os “Protocolos”, e afirmando que se tratava de atas autênticas de reuniões secretas de judeus. O seu propósito era político: reforçar a posição do czar Nicolau II, apresentando os seus oponentes como aliados de uma gigantesca conspiração para a conquista do mundo. O czar já via o “Manifesto Comunista” de Marx e Engels (de 1848) como uma ameaça. Como Marx era judeu de nascimento, apesar de não seguir a religião e de propor um regime político onde ela seria banida, a origem dele poderia ser usada para fundamentar a “ameaça judaica”.


Os “Protocolos” são uma fraude de uma ficção plagiada. Eles foram denunciados como fraude em 1921 por Philip Graves, um correspondente do “London Times”; por Herman Bernstein em “The Truth About The Protocols of Zion: A Complete Exposure” (Ktav Publishing House, New York, 1971); e por Lucien Wolf em “The Jewish Bogey and the Forged Protocols of the Learned Elders of Zion” (Londres: Press Committee of the Jewish Board of Deputies,1920).


Os “Protocolos” foram publicados nos EUA num jornal de Michigan cujo proprietário era Henry Ford (o criador dos automóveis Ford), ele mesmo autor de um livro tremendamente anti-semita chamado “O Judeu Internacional”. Mesmo após a sua denúncia como fraude, o jornal continuou a citar o documento.


Adolf Hitler e seu Ministério da Propaganda usaram os “Protocolos” para justificar a necessidade do extermínio de judeus mais de 10 anos antes da Segunda Guerra Mundial. Segundo a retórica nazista, a conquista do mundo pelos judeus, descoberta pelos russos em 1897, estava obviamente sendo levada a cabo 33 anos depois.


Os “Protocolos” continuam a enganar pessoas e ainda são citados por indivíduos e grupos racistas, supremacistas brancos, nazistas e neo-nazistas como a causa dos males dos povos, quer estejam sob governos democráticos, ditatoriais, de esquerda, de direita, teocráticos ou de qualquer outro regime.


Os “Protocolos” foram publicados em várias línguas, inclusive português, espanhol, inglês, russo, vários idiomas da Europa Oriental, árabe, línguas asiáticas, etc. Enquanto Hitler os usou para “provar” que os judeus eram culpados pela Revolução Comunista na Rússia em 1917, os neo-nazistas russos e os nacionalistas-comunistas russos os usam atualmente para provar que os judeus são os responsáveis pela queda do comunismo e pela democratização do país.

O texto falso, a fraude feita por um governo imperial decadente e cruel com seu próprio povo, é tão convincente que, passados mais de 100 anos, ainda é apresentado como uma das maiores revelações que todo bom racista deveria conhecer.

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Fonte: Beth Shalom

Os Protocolos dos Sábios de Sião


Dos 24 protocolos, 12 foram resumidos aqui.


A tradução do inglês, afasta-se, talvez, um pouco do texto original, mas o conteúdo ficou fiel. A compilação completa dos protocolos descreve a situação atual do nosso mundo.


1. O controle do dinheiro


[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim (não judeus). [...]



[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]


[...] crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.


Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.




As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]


Observação sobre a situação atual:

As dívidas dos Estados, dos Länder e das comunidades na Alemanha somavam em 1992 a totalidade de 1.300 bilhões de marcos alemães.


2. O controle da imprensa


[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:


Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...]


Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência. [...]


[...] Nenhuma notícia será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências.



Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...]


[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição. [...]



[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete sua própria opinião nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]


Observação sobre a situação atual:


Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR”, todos os dois estreitamente ligados (explicarei mais adiante o que são essas organizações).


3. A extensão do poder


[...] Seremos para o público, o amigo de todos.



[...] Nós apoiaremos a todos, anarquistas, comunistas, fascistas [...] e particularmente os operários. Ganharemos sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, um instrumento muito útil. [...]


4. O controle da fé


[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [...]



[...] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos. [...]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos




[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levá-los a certo nível de confusão. [...]



[...] A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]



[...] assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). [...]

6. A aspiração ao luxo



[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos de sorte que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos. [...]


[...] Eles estarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]

7. A política utilizada como instrumento


[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo seu aspecto político. [...]

[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]

[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos marionetes, nossos escravos, que é o povo. [...]



[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com sua participação nas reuniões e com sua adesão às associações. [...]

[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família e seu poder educativo. Impediremos também o surgimento de personalidades independentes. [...]



[...] É suficiente deixar um povo governar a si mesmo durante certo tempo (a democracia) para que ele se transforme numa população rica em caos. [...]

[...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde seu nascimento, foi educado para tornar-se um soberano independente tem a compreensão da política. [...]



[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens dos quais necessitamos, será facilitado por nosso modo de tocar sempre o lado mais sensível da natureza humana, isto é, a cobiça, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]


8. O controle da alimentação


[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [...]

[...] Agiremos sobre as massas pela falta, a inveja e o ódio que disso resulta. [...]

[...] Mas todo proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode viver em autarquia. É a razão pela qual é preciso, a todo preço privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais, [...] encher de dívidas os seus proprietários. [...]


9. O papel da guerra


[...] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar de seu poder. É preciso fomentarmos as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]


[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem nos enfrentar, é preciso responder a eles com uma guerra mundial. [...]

10. O controle por meio da educação


[...] Não incitaremos os gojim a obter uma aplicação prática de sua observação imparcial da história mas os convidaremos para que tenham reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]

[...] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]

[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]

[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]

Comentário: Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dizem aquilo que eles querem que saibais!).

11. O controle das lojas franco-maçônicas


[...] Criaremos em todos os países da Terra lojas franco-maçônicas, nós as multiplicaremos e atrairemos as personalidades que se destacam. [...]

[...] Colocaremos todas essas lojas sob o domínio de nossa administraçao central que somente nós conhecemos e que os outros ignoram completamente.

[...] Quem ou o que é que pode vencer um poder invisível? Eis aí onde se encontra o nosso poder. A franco-maçonaria não judia nos serve de cobertura sem o saber.

Mas o plano de ação de nosso poder continua sendo um segredo para todo o povo e mesmo para o restante da confraria. [...]

12. A morte

[...] A morte é o fim inevitável para todos, por conseqüência, é preferível conduzir para ela todos os que são obstáculo para “nós”.


Após ter elaborado esse projeto para dominar o mundo (a “Nova Ordem Mundial” = “Novus Ordo Seclorum”), o banco Rothschild teria encarregado o judeu bávaro Adam Weishaupt de fundar a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviéra”.

Observação do autor:


Existem muitos escritos positivos ou negativos sobre “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. É proibido reproduzí-los ou vendê-los na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e de opinião. Isso tem coerência pelo fato de Hitler ter-se servido dos Protocolos para justificar sua “aversão pelos judeus”, o que estudaremos de perto mais adiante. Quanto a mim, é-me indiferente que sejam os Rothschild e os sionistas que utilizam os Protocolos em nossos dias. Ao contrário, trata-se de saber como o princípio é aplicado. Temos um plano sob os olhos que mostra o que é preciso fazer para reduzir o nosso mundo à escravidão. É só preciso saber que esse plano está sendo colocado em aplicação agora. O importante não é saber quem se serve desses protocolos. Ao contrário, o essencial é conhecer o princípio que o move e saber que aqueles que são utilizados para isso se deixam levar!


Outra forma de alcançar essa finalidade é dividir a Terra, criando no Oriente uma sociedade de escravos e no Ocidente uma raça de senhores. Assim como descreve Rudolf Steiner, em seu livro Die soziale Grundforderung unserer Zeit (A exigência social fundamental de nossa época.), isso ocorre assim porque não conseguimos estabelecer uma síntese entre a fé do Oriente e a ciência do Ocidente. A conseqüência é a seguinte; os cientistas ateus não têm nenhuma vontade de interessar-se pelas religiões orientais, assim como os crentes do Oriente recusam a ciência do Ocidente.



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Fonte: As Sociedades Secretas e seu Poder no Século XX

Jan Van Helsig

14 de set. de 2009

A Família Rothschild


Muitos enigmas envolvem o centro secreto do negócio bancário internacional: a casa Rothschild.

Em 1750, Mayer Amschel Bauer comprou o banco de seu pai em Frankfurt e trocou seu nome pelo de Rothschild, que significa literalmente “escudo vermelho”, pois, um escudo vermelho estava afixado na porta da entrada do banco e representava o sinal dos judeus revolucionários e vencedores na Europa oriental.


Mayer casou-se e teve cinco filhos e cinco filhas. Os nomes de seus filhos eram Amschel, Salomon, Nathan, Kalmann (Karl) e Jacob (James). Sua ascensão acelerou-se quando ele obteve os favores do príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau. Ele tomou parte, em sua presença, nos encontros dos franco-maçons da Alemanha. Esse príncipe Guilherme, amigo da dinastia de Hanover, tinha rendimentos financeiros consideráveis, alugando seus mercenários de Hesse ao rei inglês (de Hanover). Essas foram as mesmas tropas que combateram, mais tarde, contra o exército de George Washington na “Valley Forge”. Rothschild tornou-se o banqueiro pessoal de Guilherme.


Quando o príncipe Guilherme fugiu para a Dinamarca, por causa de problemas políticos, ele depositou no banco Rothschild o salário dos mercenários, ou seja, £600.000. Nathan Rothschild, o filho mais velho de Mayer Amschel, levou consigo esse dinheiro para Londres, graças ao qual ele podia abrir também um banco. O ouro que serviu de garantia tinha provindo da East India Company (Companhia das Índias Orientais). Nathan obteve uma valorização de 400% emprestando o dinheiro ao Duque de Wellington, que financiou assim suas operações militares, e vendendo também, mais tarde, de forma ilegal, o ouro que deveria servir de garantia.


Essas transações foram a origem da fortuna gigantesca da família Rothschild. Foi então que se iníciou o comércio bancário internacional: cada filho abriu um banco num país diferente. Amschel em Berlim, Salomon em Viena, Jacob em Paris e Kalmann em Nápoles.


Salomon Rothschild era membro dos franco-maçons.


Mayer Amschel Rothschild escreveu seu testamento no qual ele indicava como a fortuna da família deveria ser administrada no futuro. A fortuna seria administrada pelos filhos homens e seria o mais velho que teria o poder decisivo e resolveria em caso de desacordo. Todas as manutenções de contas deveriam ficar absolutamente secretas, particularmente para o governo.


Em 1773, Mayer Amschel Rothschild ter-se-ia encontrado secretamente na casa dos Rothschild, na Judenstrasse, em Frankfurt, com doze sócios capitalistas judeus abastados e influentes (de fato, os Sábios de Sião) para colocar em estudo um projeto que controlaria toda a fortuna mundial.


Nos dizeres de Herbert G. Dorsey, esses sócios capitalistas haviam enfatizado, entre outras coisas, o fato de que a fundação do “Banco da Inglaterra” teria permitido exercer uma influência considerável sobre a fortuna inglesa. Declararam também que seria necessário que esse banco exercesse um controle absoluto, a fim de que eles pudessem criar as bases que permitiriam controlar a fortuna mundial. Por fim, registraram por escrito as grandes linhas desse projeto.


Segundo os documentos de Dorsey e William Guy Carr “Pawns in the Game”, esse plano iria ser conhecido finalmente pelo o nome de Os Protocolos dos Sábios de Sião. A origem dos protocolos remonta, de fato, a séculos passados, os mesmos teriam sido reformados por Rothschild antes de adquirir seu verdadeiro significado.


Os protocolos foram guardados em segredo até 1901, data na qual caíram nas mãos do professor russo S. Nilus, que os publicou com o título: “O Perigo Judeu”. Victor Marsden traduziu-os para o inglês em 1921 com título: “The Protocols of the learned Elders of Zion” (Os Protocolos dos Sábios de Sião).


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Fonte: As Sociedades Secretas e seu Poder no Século XX

Jan Van Helsig

Acabou a liberdade na América


No fim do século XIX, os bancos dependentes dos Rothschild (ver Rothschild, em Sociedades Secretas), iniciaram uma grande campanha para colocar sob seu controle a rica economia dos Estados Unidos. Os Rothschild da Europa financiaram o banco citado antes, de J. P. Morgan & Co., o banco de Klun Loeb & Co., a Standard Oil Co., de John D. Rockefeller, as estradas de ferro Edward Harriman e as usinas siderúrgicas Andrew Carnegie. Esse liame significava seguramente mais do que ter somente um pé na economia americana.


Em 1900, os Rothschild enviaram outro agente aos Estados Unidos, Paul Warburg, para colaborar com o Khun Loeb & Co. Bank. Que o leitor guarde bem o nome desse “agente dos Rothschild”, que tecerá uma rede entre numerosas organizações!

Jacob Schiff e Paul Warburg iniciaram uma campanha para erigir o Federal Reserve Bank e fazer dele um banco central privado solidamente implantado na América.

Jacob Schiff fez, em 1907, na Câmara do Comércio de Nova Iorque, o seguinte discurso:

Se não tivermos nenhum banco central que fiscalize suficientemente os fundos de crédito, esse país conhecerá a mais severa e a mais profunda crise monetária de sua história. (Des Griffin: Die Absteiger)
Assim dito, assim feito; eles mergulharam então os Estados Unidos numa crise monetária: o pânico que disso resultou sobre o mercado de capitais arruinou a vida de dezenas de milhares de pessoas em todo o país. O pânico na Bolsa de Nova Iorque rendeu aos Rothschild, além de vários milhares de dólares, o sucesso desejado.



Foi austuciosamente pensado; serviram-se do pânico como argumento para criar enfim um banco central, a fim de evitar incidentes desse gênero. Paul Warburg declarou ao comitê do banco e do fundo monetário:
A primeira coisa que me veio à mente em seguida a esse pânico foi a necessidade de ter um banco central nacional (Clearing-Bank) [...] (Gary Allen: Die Insider)
A visão definitiva do acordo introduzindo o Federal Reserve Bank (o banco central privado da América do Norte) iniciou-se numa propriedade de J. P. Morgan em Jekyll Island na Geórgia.


Os presentes eram os seguintes, segundo as pesquisas de Herbert G. Dorsay: A. Piatt Andrew, o senador Nelson Aldrich, Frank Vanderlip (presidente do banco Khun Loeb & Co.), Henry Davidson (associado do J. P. Morgan Bank), Charles Norton (presidente do First National Bank, de Morgan), Paul Warburg e Benjamin Strong (presidente do Bankers Trust Co., de Morgan). A criação do Federal Reserve em 1913 permitiu então aos banqueiros internacionais consolidar seu poder financeiro sobre os Estados Unidos.


Paul Warburg tornou-se o primeiro presidente do New York Federal Reserve Bank. O decreto do Federal Reserve estava seguido da introdução do 16.º artigo complementar da constituição americana que dava, doravante, a possibilidade ao congresso de tributar o rendimento pessoal dos cidadãos americanos. Isso decorria do fato de que o governo americano não tinha mais o direito de imprimir seu próprio dinheiro para financiar suas operações.



Essa foi a primeira vez na história desde a criação dos Estados Unidos que o povo devia pagar impostos sobre a renda.


Os acionistas mais importantes do Federal Reserve (FED) eram:


1. Os bancos Rothschild de Londres e Paris;

2. O Lazard Brothers Bank de Paris;
3. O Israel Moses Seif Bank da Itália;
4. O Warburg Bank de Amsterdam e de Hamburgo;
5. O Lehman Bank de Nova Iorque;
6. O Khun Loeb Bank de Nova Iorque;
7. O Chase Manhattan Bank (de Rockefeller) de Nova Iorque;
8. O Goldman Sachs Bank de Nova Iorque.


Charles Lindbergh, membro do congresso, já dizia nessa ocasião, falando do novo Federal Reserve Bank, que seu poder financeiro fazia dele o governo invisível.


Como funciona, na realidade, esse banco? O comitê do mercado livre do FED produz o dinheiro do Federal Reserve (os dólares). Esse dinheiro é emprestado ao governo dos Estados Unidos em troca de obrigações que servem de segurança para o FED. Essas obrigações estão nas mãos dos doze bancos FED, que cobram delas os juros anualmente.


Observações sobre a situação atual:



Em 1982 o fisco dos Estados Unidos acusava uma dívida de mais ou menos US$ 1.070.241 milhões. O FED recolheu, pois, cerca de US$ 115.800 milhões de juros sobre um único ano, pagos pelos contribuintes americanos. O capital desses juros vai diretamente para o bolso do FED, portanto, dos banqueiros privados internacionais.


Em 1992 as obrigações possuídas pelo FED eram de um valor de cerca de US$ 5 bilhões e os juros a pagar pelos contribuintes crescem constantemente. Foi o FED quem criou todo esse capital, emprestando dinheiro ao governo americano e cobrando disso juros elevados; eles só tiveram de pagar o preço da impressão dos dólares. Foi o maior logro da história dos Estados Unidos, e ninguém o notou. E ainda, o FED, graças às obrigações do governo americano, tem o direito de penhora das propriedades públicas e privadas de todos os Estados Unidos. Numerosos procedimentos jurídicos ficaram até agora sem efeito e não puderam anular a lei do Federal Reserve. Juridicamente não existe nenhuma possibilidade para os cidadãos de recuperar seu dinheiro, pois o FED não é um departamento do governo americano, mas uma instituição privada. Pelo direito constitucional, o FED nem teria mesmo o direito de existir. Por isso, nove estados dos Estados Unidos já iniciaram um “processo de Estado” para anular o FED.

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Fonte:  As Sociedades Secretas e seu Poder no Século XX
Jan Van Helsig

O MISTÉRIO DA NOTA DE 20 DÓLARES


1°) Dobre uma nota de $20 no meio…
2°) Dobre de novo, tomando o cuidado para que ela fique exatamente como está abaixo.

3°) Dobre a outra ponta, exatamente como você fez antes.



1°) Dobre uma nota de $20 no meio…







2°) Dobre de novo, tomando o cuidado para que ela fique exatamente como está abaixo.














3°) Dobre a outra ponta, exatamente como você fez antes.

E voilà, o PENTÁGONO em chamas!!




 
 
 
 
 
 
4°) Agora, simplesmente vire-a do outro lado…

E você terá as Torres Gêmeas pegando fogo….













Que coincidência hein.. uma simples dobra geométrica cria uma premonição da catástrofe imprimida em todas as notas de $20!!!
COINCIDÊNCIA? HUM.. SEI NÃO...

Como se isso não fosse o bastante… aqui está o que você viu…


Primeiro o Pentágono em chamas...













Depois as duas torres...








 
 
 
 
… e agora… olhe só nisso!

















MAIS UMA COINCIDÊNCIA EM UMA SIMPLES NOTA DE $20!!!

TRIPLA COINCIDÊNCIA...
meditemos..


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