22 de out de 2009

O Duplo Etérico - Os Centros de Forças

3º capítulo do livro: O Duplo Etérico, de Major Arthur E. Powell:
(Ver diagramas VI, VII, VIII, IX)


No duplo etérico, assim como em cada um de nossos corpos, encontram-se certos centros de força ou Chakras, segundo a denominação sânscrita, palavra que significa "roda" ou "disco giratório."


Os chakras estão situados na superfície do duplo etérico, a cerca de seis milímetros da superfície do corpo físico. Ao olhar clarividente aparecem como depressões em forma de pires, constituindo vórtices.


As forças que se difundem através dos chakras são essenciais à vida do duplo etérico. Por isso todos os indivíduos possuem esses centros de força, embora o grau de seu desenvolvimento varie muito em cada indivíduo. Quando não estão desenvolvidos, brilham foscamente, e suas partículas etéricas, animadas de movimento lento, formam o vórtice apenas suficiente para a manifestação da força e nada mais. Por outro lado, nos indivíduos adiantados, eles fulguram e palpitam com viva luz, brilhando como pequenos sóis. Neste caso, sua dimensão varia de 5 a 15 centímetros.


Nos recém-nascidos, são círculos minúsculos do tamanho de uma moeda comum, pequenos discos, que mal se movem e escassamente brilham.


Os chakras etéricos têm duas funções distintas: uma, absorver e distribuir o prâna no corpo etérico, e daí ao corpo físico, para manter a vida deste. A segunda função consiste em trazer à consciência física a qualidade inerente ao centro astral correspondente.


A impossibilidade de transmitir à memória cerebral física a lembrança das experiências astrais, explica-se pelo insuficiente desenvolvimento dos centros etéricos.


Muitas pessoas, perfeitamente despertas e conscientes no plano astral, levam existência ativa no corpo astral. Entretanto, ao voltarem ao corpo físico adormecido, dificilmente uma recordação mínima da vida astral se lhes infiltra no cérebro físico, e isto porque a ponte etérica necessária não está construída.


Quando os centros etéricos estão completamente desenvolvidos, o cérebro conserva a recordação integral das experiências astrais.


Parece não haver conexão alguma entre a atividade e o desenvolvimento dos chakras etéricos, de um lado e as qualidades morais, do outro; os dois desenvolvimentos são perfeitamente distintos.


Cada centro do corpo astral corresponde a um centro etérico. Porém, como o centro astral é um turbilhão ou vórtice a quatro dimensões, estende-se em direção diferente; por conseguinte, não é coextensivo com o centro etérico, embora em parte coincida com ele.


Os centros etéricos estão sempre situados na superfície do corpo etérico, porém o centro astral está, frequentemente, no interior do corpo astral.

Depressão em forma de taça, ou de vórtice, super-duplo elétrico, isto é, acima da superfície do corpo físico de 5 a 6 milímetros. Função: Transmite forças do astral ao etérico. N. B. — Centros semelhantes existem em todos os veículos ou corpos.


Já vimos no capítulo segundo que há sete variedades de Prâna, cada uma encontrando-se representada em todos os chakras; porém, cada variedade predomina grandemente sobre as outras, em cada chakra.


O Prâna precipita-se perpendicularmente no centro do chakra; "jorra", seria talvez o termo mais preciso, pois a força passa do plano astral para o etérico. Do centro do chakra, a força irradia-se então perpendicularmente à sua primitiva direção, isto é, no plano da superfície do duplo etérico, em linha reta e em numerosas direções, semelhantes a raios de roda. O número destes raios difere com o chakra.

Os raios dividem o chakra em vários segmentos, como pétalas de flôr; daí que nas obras hindus os chakras sejam descritos como semelhantes a flores.


Assim como um ímã, enrolado por um fio de indução, produz neste fio uma corrente cuja direção é perpendicular ao eixo do ímã, assim a força primária do Prâna, penetrando no vórtice, induz forças secundárias no plano do chakra.

Estas forças secundárias giram em redor do chakra, passando por cima e por baixo dos raios, assim como o vime que constitui o fundo de um cesto circular, passa alternativamente por cima e por baixo das varetas que se irradiam do centro.


Cada uma das forças secundárias que giram na concavidade de chakra possuí seu comprimento de onda particular; além disto, em vez de se mover em linha reta, ela se propaga em ondulações relativamente grandes, cada uma delas sendo um múltiplo dos comprimentos de ondas menores que ela compreende.


Os comprimentos de onda são infinitesimais: existem provavelmente milhares numa só ondulação, porém a proporção exata ainda não pôde ser determinada.


Seu aspecto geral, ondulado e irisado, lembra o do nácar, ou ainda certa espécie de vidro veneziano.


Diz-se, freqüentemente, que os chakras correspondem a certos órgãos físicos, aos que lhes estão mais próximos; porém, como já advertimos, os chakras não se encontram no interior do corpo, e sim, na superfície do duplo etérico.


Os números 8, 9 e 10 referem-se aos órgãos inferiores, que não são empregados pelos estudantes da magia "branca" não obstante, existem escolas que fazem uso deles. Os perigos atinentes a este chakras são tão graves, que consideramos o seu despertar o maior dos infortúnios.


O fluxo de vitalidade em qualquer chakra, ou através dele, é inteiramente independente e distinto do desenvolvimento do chakra, provocado pelo despertar de Kundalini, que se descreverá no Capítulo XIII.

Vamos agora estudar os chakras sucessivos; examinaremos a estrutura, aparência, função de cada um e as faculdades que lhe são associadas.


Por motivos que serão explicados adiante, será de toda vantagem começar o estudo pelo 3º centro, situado perto do baço.


Acrescentarei próximos capítulo em próximos posts.



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Fonte: O Duplo Etérico
Major Arthur E. Powell

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